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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ENTAO...

Então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios,... perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vaidar certo - o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos
os pés do chão, mas a vida não tem nenhum sentido
se não for para dar o salto."

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

EU..

Posso
ter defeitos, viver ansioso e ficar irritada algumas vezes, mas

não esqueço de que
minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso

evitar que ela vá à
falência.


Ser feliz é
reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e
períodos de crise.


Ser feliz é deixar
de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.


É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua
alma.


É agradecer a Deus
a cada manhã pelo milagre da vida.


Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos.


É saber falar de si
mesmo.


É ter coragem para
ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

FABULAS DA VIDA

“Era uma vez, em um país muito muito longe uma linda flor. Era grande porque seu Criador queria vê-la bem lá do alto dos seus céus. Suas pétalas eram numerosissimas e amarelas como os raios do sol. Seu coração era escuro como a noite.
Era um girassol.
Um dia o vento arrancou-a da terra porque Deus tinha pensado, para aquela flor, em algo muito especial. Colocou-a em um campo distante, muito distante.
A flor se sentia longe de casa mesmo se estava rodeada de lindas rosas, lírios…Mas o Eterno Pai entendeu, viu um pontinho luminoso e raptou-o do céu.
O pontinho era pequenino e não iluminava tanto, mas quando viu a flor se iluminou sempre mais porque se apaixonou por ela.
Desde aquele dia o girassol e o pontinho não se deixaram mais…
Seu Criador os colocou nos seus campos originais… Estavam novamente distantes, mas o amor que um sentia pelo outro os mantinha sempre unidos.
Muitos não entendem este sentimento, e ás vezes nem eles dois entendem, mas não se preocupam! Eles amam e se amam.” (S.B.)
Recebi esta fábula escrita por uma amiga italiana. Acho que qualquer um dia nós já teve seu dia de girassol e ponto luminoso nos campos por onde passamos!

DEUS EU PRECISO DE UM MILAGRE

Mestre eu preciso de um milagre
Transforma minha vida o meu estado
Faz tempo que não vejo a luz do dia
Estão tentando sepultar minha alegria
Tentando ver meus sonhos cancelados
... Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu
Depois de quatro dias ele reviveu
Mestre não há outro que possa fazer
Aquilo que só o teu nome tem todo poder
Eu preciso tanto de um milagre

Remove minha pedra
Me chama pelo nome
Muda minha história
Ressuscita os meus sonhos
Transforma minha vida
Me faz um milagre
Me toca nessa hora
Me chama para fora
Ressuscita-me

Tu és a própria vida
A força que há em mim
Tu és o filho de Deus
Que me ergues pra vencer
Senhor de tudo em mim
Já ouço a tua voz
Me chamando pra viver
Uma história de poder!

O BOM CORAÇAO...


BOM CORAÇÃO


No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha.
Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Entretanto, quando soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, encheu-se de pena e deu-lhe o óleo que queria. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido: — Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação.
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado. Mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando Maudgalyayana — o discípulo do Buda — chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: 'Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia', e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.

Por que não? — Perguntou o discípulo de Buda.
Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecido como Luz da Lâmpada.
*
Em tudo, o nosso sentimento é o que importa. A intenção, boa ou má, influencia diretamente nossa vida no futuro. Qualquer ação, por mais simples que seja, se feita com coração, produz benefícios na vida das pessoas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ADIVINHA O QUANTO EU TE AMO !!!

Adivinha o Quanto Te Amo

..                       
Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do Coelho Pai.
Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai estava ouvindo.
- Adivinha quanto eu te amo? - disse ele.
- Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai.
- Tudo isso - disse o Coelhinho, esticando seus bracinhos o máximo que podia.
Só que o Coelho Pai tinha os braços mais compridos. E disse:
- E eu te amo tudo isto !
Huuum, isso é um bocado, pensou o Coelhinho.
- Eu te amo toda a minha altura - disse o Coelhinho.
- E eu te amo toda minha altura - disse o Coelho Pai.
Puxa, isso é bem alto, pensou o Coelhinho. Eu queria ter os braços compridos assim.
Então o Coelhinho teve uma boa idéia. Ele se virou de ponta cabeça, apoiando as patinhas na árvore.
- Eu te amo até as pontas dos dedos de meus pés!
- E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés - disse o
Coelho Pai balançando o filho no ar.
- Eu te amo a altura de meu pulo! - riu o Coelhinho saltando, para lá e para cá.
- E eu te amo a altura do meu pulo - riu também o Coelho Pai e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos das árvores.
- Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio - gritou o Coelhinho.
- Eu te amo até depois do rio até as colinas - disse o Coelho Pai.
É uma bela distância, pensou o Coelhinho.
Ele estava sonolento demais para continuar pensando.
Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite.
Nada podia ser maior do que o Céu.
- Eu te amo ATÉ A LUA! - disse ele, e fechou os olhos.
- Puxa, isso é longe disse o Coelho Pai. Longe mesmo!
O Coelho Pai deitou o Coelhinho na sua caminha de folhas. E então se inclinou para lhe dar um beijo de Boa Noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo:
- Eu te amo até a lua...IDA E VOLTA !